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Varejo e Consumo

2012-09-13 20:19:49 - Veja

Vendas no varejo sobem 1,5% em junho, mostra IBGE

Número está acima das expectativas de analistas e aponta sinais de recuperação do setor


As vendas no varejo brasileiro tiveram alta de 1,5% em junho ante maio, registrando elevação de 9,5% em relação a igual mês de 2011, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

Analistas de mercado previam que as vendas recuariam 0,3% em junho sobre maio e cresceriam 6,5% sobre um ano antes. As contas mensais variaram de queda de 0,90% a alta de 0,75%, enquanto que as anuais subiram de 5,5% para 8,70%. O resultado, assim como a melhora no número da produção industrial deste mesmo mês, aponta para uma tendência de recuperação da economia brasileira - que esteve em franca desaceleração ao longo de todo o primeiro semestre.

Varejo ampliado - Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas subiram 6,1% em junho ante maio, na série com ajuste sazonal. O resultado veio acima do teto do intervalo das estimativas dos analistas, que esperavam desde uma alta de 0,50% a 5,90%, com mediana de 9,20%.

Na comparação com junho de 2011, as vendas do varejo ampliado tiveram alta de 12,30% em junho deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam de um avanço de 5,40% a 13,00%, com mediana de 9,20%. Até junho, as vendas do comércio varejista ampliado acumulam altas de 7,0% no ano e de 5,6% nos últimos 12 meses.

Setores - Nove das dez atividades pesquisadas venderam mais em junho do que no mês anterior. A exceção foi o segmento de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com queda de 8,9%. Em contrapartida, o grupo de Veículos e motos, partes e peças avançou 16,4%, na passagem de maio para junho, e 19,8% ante igual mesmo mês de 2011.

Na comparação com maio, o IBGE destacou ainda os resultados positivos dos grupos Móveis e eletrodomésticos (5,3%); Livros, jornais, revistas e papelaria (4,3%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,7%); Combustíveis e lubrificantes (1,1%); Material de construção (1,0%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%); Tecidos, vestuário e calçados (0,4%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,4%).


Ante junho de 2011, por ordem de importância na taxa global, o IBGE destacou as seguintes variações em volume de vendas: 11,3% para Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 15,8% para Móveis e eletrodomésticos; 11,3% para Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; 6,8% para Combustíveis e lubrificantes; 6,7% em Outros artigos de uso pessoal e doméstico; 9,6% para Livros, jornais, revistas e papelaria e 0,3% para Tecidos, vestuário e calçados. A exceção, também para esta base de comparação, foi o grupo Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, que registrou queda de 14,6%.

(Com Agência Estado)

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